0013 Doce prisão
0015 Democracia brasileira
0018 Camisa com C de Caetana
0056 Chimarrão
0064 Chaleira
0077 Cevação - Acrescentando água quente
0098 Filósofo - alusão à obra de Auguste Rodin
0103 Café para quem sabe ...comer
0104 Café para quem sabe ...preparar
0105 Café para quem sabe ...apreciar
0116 Modelo
0152 Somos todos Sísifo
0157 Disforme
0162 Luzeiro diurno
0164 Luzeiro noturno
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Biografia Paulo Roberto Gobo

Biografia Resumida

Nascido à primeiro de fevereiro de 1966, Paulo Roberto Gobo, filho de João Attílio Rosa Gobo, Metalúrgico, e Irene Rosa Gobo, Professora, produz em 1974 sua primeira obra de arte, que já não existe mais, um desenho a lápis de cor sobre papel representando uma casa de paredes amarelas, porta e janelas lilás e telhado vermelho em meio à mata verde cortada por um rio marrom e é hostilizado por seus irmãos com falas tipo: "Por que você não faz outra coisa que não pintar?"; "Pintar não é o seu caso." e "Água sempre se pinta de azul."
Cumpre, a revelia de sua vontade, serviço militar obrigatório em Ijuí, RS. Forma-se Bacharel Licenciado em Administração de Empresas pela UNIJUÍ - Universidade de Ijuí e Especialista em Marketing pela FGV - Fundação Getúlio Vargas em Porto Alegre, RS.
Autodidata nas artes, frequenta o atelier da artista visual e amiga Luiza Marschner, onde tem suas lições de pintura e conclui seu primeiro óleo sobre tela "Ensaio de pôr do sol". Submete seu "Democracia brasileira" ao II Concurso Artístico do Dia do Soldado coordenado pelo 27º GAC - Grupo de Artilharia de Campanha; participa de sua primeira exposição coletiva durante a 11ª FENADI - Feira Nacional das Culturas Diversificadas e realiza sua primeira individual "Fotografias" na Yázigi International School em Ijuí.
Até então, sua abordagem varia entre florais e retratos nas representações gráficas (o visível) de cada tela, propõe refletir sobre o que é intrínseco a elas (mas nem sempre visível nas mesmas) e vai da liberdade presa nas grades das casas onde vive grande parte da população brasileira ou na quase nudez proibida de ser mostrada, até a democracia limitada por força legal ou na esperança que esta mesma população destina ao Legislativo a cada quatro anos.
Mora no Paraná por seis anos e, ao voltar à sua terra natal, atua também nas visuais, produzindo óleos sobre tela em séries temáticas, sendo a primeira, "Roda de Chimarrão", uma reflexão sobre a preservação da identidade gaúcha e a propagação pelo mundo afora desta cultura, que acredita ser o que o torna gaúcho e a toda sua família e a grande maioria de sul-rio-grandenses que conheceu e com quem conviveu ou convive.
Fecha seu primeiro negócio vendendo dois de seus óleos: "A face polida da cidade" e "Espelho"; publica este website; expõe pela primeira vez fora do RS, em Cascavel, PR e conquista seu primeiro catálogo por sua participação na coletiva "Arte Cidadã IX" da Câmara dos Deputados em Brasília, DF, onde deixa tombado o óleo "RODA DE CHIMARRÃO - Em torno do churrasco".
Vendo neste fato a expressão do reconhecimento de um afazer que, infelizmente, nem todo mundo considera, produz a série "Pessoas Trabalhando", que exalta a dignidade de todo e qualquer trabalho. Desde 2016 participa, a convite da AVA Galleria, do Projeto "Café e Arte", ao qual produz a série "Café para quem sabe" para suas primeiras coletivas internacionais: em Nova Iorque, EUA e em Helsinque, Finlândia.
No intuito de alertar aos desavisados que há educação, cultura e arte em tudo, começa produzir a série "Éden", à qual substitui os pincéis pelas espátulas e conclui em 2020 seu primeiro óleo espatulado, "Disforme". A partir de 2021, passa a oferecer cinco possíveis projetos expositivos: "Fotografias", "Roda de Chimarrão", "Pessoas Trabalhando", "Éden" e "Esperança".

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